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sábado, 22 de março de 2014

Olha aí!

Bento Kangamba, pede respeito por José Eduardo dos Santos !!!!?

General ou Kangaceiro?

-Não é este o traficante de prostitutas, sob o qual pende um mandato de captura nas listas da Interpol, solicitada pela polícia brasileira?

-Não foi a este que a polícia francesa apreendeu quatro(4) milhões de dólares num “saco preto” ( é assim que se transporta o dinheiro em Angola, segundo o mesmo) e só não foi preso porque tinha um passaporte diplomático?

-Não foi a este quem saíu a patente de general, num sorteio efectuado pelo cunhado, JES?

-Haaaaaaaaaa até aqui já entendi. Kangaceiro dos Santos

II

Só não dá para entender como um estadista destes, a quem chamam o arquitecto da paz, (embora esteja no rol dos ditadores da Wikipédia), aceite o apoio dum general-proveta. Ou estará a obedecer às ordens da maninha? Talvez!

sábado, 8 de março de 2014

Operação de Preto ou

           "Black Ops"
NÃO. Apenas uma cirurgia a um cidadão da RDC, no hospital(?) de Tshela
"Uma operação de preto ou preto op",  é uma operação encoberta por um governo , uma agência governamental , ou de uma organização militar. Isso pode incluir atividades por empresas ou grupos privados . As principais características de uma operação de preto é que ela é clandestina.

A principal diferença entre uma operação de preto e uma que é meramente clandestina é que uma operação de preto envolve um grau significativo de engano, para esconder quem está por detrás disso ou para fazer parecer que alguma outra entidade é responsável.
Exemplos recentes
ANGOLA: Caso Cassule / Kamulingue
O desaparecimento e morte dos activistas Isaías Cassule e Alves Kamulingue , continua rodeado de mistério.
Depois das autoridades terem anunciado prisões de indivíduos alegadamente envolvidos no caso e da demissão de uma destacada figura dos serviços de informações do Estado, nada mais se soube.
CABINDA
O desaparecimento nas matas do Maiombe, há mais de 5 meses, do secretário para a informação do partido FNLA.
Francisco Faustino de 47 anos de idade, pai de 5 filhos, desapareceu no dia 30 de Novembro de 2013 nas matas do Buanga, Município de Buco-Zau. O mesmo era funcionário dos correios de Cabinda. 


Estes casos configuram claramente uma "Black Ops" ou traduzido para português "Operação de Preto". Só falta descobrir os executantes, organização, já que é demasiado óbvio quem são os encobridores.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Notícias de Cabinda

Angola deve milhões a empresas de Cabinda
Governo não paga e muitas companhias estão á beira da falência
 
Depois da exportação do petróleo e das madeiras de Cabinda, temos a
"exportação" dos dólares provenientes das riquezas daquele território.

O governo angolano deve quase 200 milhões de dólares a empresas de Cabinda.
A falta de incentivos financeiros e  de pagamento da dívida pública está a levar muitas empresas locais a declararem falência.
Desta dívida mais 100 milhões de dólares foram contraídos em 2012 em programas de emergência durante a campanha eleitoral do MPLA.

Esta situação vem dar força a rumores em Cabinda que existe a intenção deliberada do governo, de asfixiar o empresariado local por alegada conotação com grupos independentistas.
fonte: VOA

Nota: Depois dos média, chegou a vez dos empresários não conotados com o partido do poder.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Independentistas de Cabinda anunciam fim da luta armada em troca de autonomia

   
Independentistas de Cabinda anunciam fim da luta armada em troca de autonomia
                                                          

 A principal organização independentista do enclave angolano de Cabinda, a  FLEC,   formaliza na sexta-feira a desistência da luta armada, apelando  a negociações  para para alcançar um estatuto autonómico para  o território, disse à Lusa fonte da organização.



Segundo Oswaldo Franque Buela, porta-voz da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), contactado telefonicamente pela Lusa a partir da capital angolana, a organização vai enviar às autoridades de Luanda um documento de nove páginas denominado "Esboço de uma Solução Concertada e Negociada".
A FLEC é liderada pelo histórico Nzita Tiago, exilado em Paris.

A diferença relativamente às iniciativas anteriores é que as autoridades de Angola parecem estar agora mais perto de aceitar o desafio proposto, pelo facto de o único diário angolano, o estatal Jornal de Angola, lhe conferir grande relevo, a toda a largura da primeira página da edição de hoje.

O enclave de Cabinda é palco desde ba independência de Angola, em Novembro de 1975(1)
de uma luta pela independência, desencadeada ao longo dos anos por diferentes facções cabindas, restando actualmente a FLEC de Nzita Tiago como única que ainda mantinha uma resistência armada residual à administração por parte de Luanda.

Separada de Angola pelo rio Congo(2), Cabinda possui significativos recursos naturais, em que as reservas petroliferas representam cerca de metade da produção diária de 1,8 milhões de barris de petróleo angolanas.
Lusa
Qui,02 de Maio de 2013

Extracto do artigo publicado pela SICnotícias. Os interessados podem ler o artigo integral em SICnotícias no sapo.pt

Notas:  (1) - Nesta fase o MPLA, teve o apoio de tropas portuguesas.
              (2)-   Angola está separada de Cabinda pela RDC(ex-Zaire) e não pelo rio Congo.
              (3)- O Sublinhado e as notas são de n/responsabilidade

domingo, 7 de abril de 2013

Democídio

ONU critica Angola por desaparecimentos e execuções sumárias

Apesar de sábias e humanas declarações, houve o 27 de Maio de 1977

Ainda no capítulo dos maus tratos, o documento apontou relatos de violência sexual por parte da polícia e forças de segurança contra imigrantes ilegais congoleses durante o processo de expulsão, recomendando às autoridades que investiguem os abusos e que garantam a protecção das pessoas que aguardam deportação.

Segundo o mesmo texto, as autoridades"devem reforçar a independência do poder judicial e combater efectivamente a corrupção".
Redação VOA - 30/03/2013

Polícia angolana impede manifestação e prende activistas


A ONU criticou na semana passada Luanda pelo desaparecimento de activistas políticos e pela existência de execuções sumárias, e pediu às autoridades para acabarem com "a impunidade das forças de segurança". As críticas foram feitas pelo Comité de Direitos Humanos das Nações Unidas, que avaliou a aplicação do pacto Internacional dos Direitos Civis neste país.

Na semana passada, relata a Voz da América em   Angola, o ministro angolano da Justiça e Direitos Humanos, Rui Mangueira, esteve em Genebra- a cidade suíça onde se situa a sede daquele organismo da ONU- a apresentar o relatório do seu governo sobre a aplicação do pacto. O Comité dos Direitos Humanos, depois de ouvir este responsável e verificar outros dados, expressou estar "preocupado  com informações de execuções arbitrárias e extrajudiciais pelas forças de segurança", sobretudo na província de Huambo em 2010 e numa ofensiva contra a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda(FLEC)no mesmo ano. Alguns dirigentes da FLEC foram rapatados, tendo sido depois encontrados mortos.
in Público 30/03/2013