Mostrar mensagens com a etiqueta Efeméride. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Efeméride. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

BOAS FESTAS

Para todos camaradas do Batalhão, seus familiares e amigos, o desejo de um BOM NATAL e um BOM ANO NOVO.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

BOAS FESTAS

Para todos camaradas do Batalhão, seus familiares e amigos, o desejo de um FELIZ NATAL e de um EXCELENTE 2016 com muita saúde.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Carnaval no Buco Zau

Grupo Matchiatchia vence Carnaval no Buco Zau
O grupo carnavalesco Matchiatchia do Chionzo venceu o Carnaval 2015, em adultos, no município de Buco Zau, com 729 pontos. Como prémio recebeu 50 mil kwanzas.

Na 2ª posição ficou o grupo Nzola, que somou 688 pontos, a quem coube como prémio o valor de 30 mil kwanzas, enquanto a 3ª posição foi ocupada pelo grupo carnavalesco Ntima Mueka, com 580 pontos, e que recebeu o prémio de 20 mil kwanzas.

O grupo Matchiatchia, vencedor da classe de adultos, vai representar o município de Buco Zau no desfile provincial a realizar-se esta terça-feira, na cidade de Cabinda, no largo defronte ao Centro Cultural Chiloango. Mais aqui... Agência Angola Press

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BOAS FESTAS

Para todos camaradas do Batalhão, seus familiares e amigos, o desejo de um FELIZ NATAL e de um bom ANO NOVO com muita saúde.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

1º de Maio de 1974

Recordando como os camaradas – (da esquerda para a direita) Gonçalves, Barradas, Santana, Nobre, Biencard, Vilela, Viola, Salazar, Rios, Ferreira, Víctor, Guerreiro, Correia, Jacinto, Simões, Peão Sá e Pintor – celebraram a esperança num novo dia.
Bata Sano: no edifício do Comando (R/c) e Transmissões da CCS e 1ª Cª (1º andar).
Dados e foto cedidos por António Biencard de Almeida (ex-1º. Cabo Operador de Msgs - CCS)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

domingo, 19 de agosto de 2012

Quarenta anos e duas gerações depois…

A partida
Sábado, dezanove de Agosto de 1972, 21 horas, no terminal do aeroporto militar de Figo Maduro, os militares continentais e ilhéus – madeirenses - que compõem uma parte do efectivo, da 3ªC.Caç/B.Caç 4910/72, constituída por 4-Oficiais,16-Sargentos e 100-Praças, aguarda o embarque com destino a Luanda, ponto de escala para o seu destino Cabinda.
Cerca da meia-noite, um dos dois boeing’s 707 dos TAM, o B8801, parte numa viagem, cujo regresso “fará” vinte e seis meses depois.

A refeição do futuro
Voávamos, nós e os nossos pensamentos, uns agarrados ao passado, outros já espreitando o futuro, apesar de todos termos acabado de desapertar o cinto, quando somos despertados pelo assistente de voo – na FAP tinham outra denominação - que nos estendia uma bandeja inox, repleta de rebuçados de fruta e de onde cada um podia tirar até meia dúzia, era, melhor dizendo foi a refeição para aquelas quase nove horas de viagem. Aquela data já estávamos, quero dizer os nossos chefes, já estavam avançados no tempo, até já serviam refeições sob a forma de rebuçados. Quarenta anos depois, anda todo o mundo à procura da pastilha para substituir o bifezinho.

A chegada
Depois de várias horas de monotonia, lá em cima a noite é monótona que se farta, não há aero moças, não há bebidas e os passageiros são todos M’s, mais parece um quintal de feijão-verde.
Chega finalmente o nascer do sol. Depois de alguma sensação de conforto e tranquilidade, vem aí a excitação e o espanto. A paisagem verde polvilhada aqui e ali por moranças das sanzalas, os animais correndo livres na savana, a terra vermelha e finalmente os bairros urbanos dos subúrbios, feios e degradados.
Pousámos, são nove e meia da manhã, abrem-se as portas do avião, uma lufada de ar quente e estranhos odores. África é já aqui.
Imagens e texto de A. Almeida

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Faz hoje 33 anos...

que eu (2ªC), o Zé Luís “Lisboa” (3ªC), o Gomes (CSS) e o saudoso Tapadas (1ªC), desembarcámos em Lisboa, depois de uma viagem atribulada entre o Bata Sano, Cabinda, Luanda e Lisboa, que durou quase dois meses.
Para quem não se recorda fomos incumbidos de acompanhar os caixotes do pessoal até ao porto de Cabinda, onde eram embarcados, e depois assistir ao seu desembarque em Lisboa.
Estávamos convencidos que íamos chegar ao “puto” cerca de dois meses antes do batalhão, mas não tivemos essa sorte, porque o pessoal portuário entrou de greve em Lisboa e Luanda, os barcos pararam nos portos e nós “secámos” em Cabinda à espera do “nosso” navio para transportar os caixotes.
Foram quase dois meses repartidos por Cabinda e Luanda, até que finalmente chegou a hora do voo para Lisboa.
Porra... estava a ver que nunca mais era “sábado”!
João Silva