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sexta-feira, 25 de abril de 2014
terça-feira, 19 de março de 2013
Os que nos precederam
Companhia de Caçadores 3408
Pouco se sabe sobre a CCaç 3408, e mesmo esse pouco é sempre contado na terceira pessoa. Fazendo fé no velho ditado, quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto, aquilo que se conhece(?) sobre o historial desta Companhia, estará bastante adulterado e limita-se práticamente a factos ocorridos num determinado dia, de uma comissão que durou cerca de dois anos.Fomos recentemente abordados por um ex-militar daquela Unidade, no sentido de um eventual apoio documental, já que foi a 3ªCCaç-4910/72, que os rendeu por duas vezes. A primeira vez no Chimbete, em Agosto de 1972, quando tinham ainda a alma em carne viva, depois no Pangamongo em 1973, no final da sua comissão de serviço.
Tudo indica que iremos finalmente dispor de informação fidedigna sobre aquela Unidade, com a particularidade de ser escrita na primeira pessoa.
Factos comuns à CCaç 3408 e 3ªCCaç-4910/72
-Mobilizadas e formadas no BII 19-Funchal (actualmente RG3)
-Primeira zona de intervenção Chimbete
-Posteriormente Pangamongo, onde terminaram a comissão de serviço
Final de post
* -Aditamento em: terça-feira, 24 de Março de 2013, após um pedido de informação feito através do e-mail do Blog.
Nota: Conforme se pode ver na "lápide" do memorial (click na imagem para ampliar), há uma referência ao 1º cabo Mendes, desaparecido em 17-12-1972.
Com base nos sites abaixo indicados, prestamos os seguintes esclarecimentos:
1.Liga dos Combatentes, a informação prestada é que se trata do 1º cabo, ramo exército,Virgílio Manuel Mendes, falecido em Angola, em 17-12-1972, motivo acidente.
2. Ultramar.terraweb, a informação diz tratar-se do 1ºcabo atirador, Virgilio Manuel Mendes,natural do Monte, Funchal, pertencente à CCaç 3408/BCaç4910,falecido em 17-12-1972, por afogamento ñ rec, (não recolhido ou não reconhecido?).
A nossa versão
1. Em ambos os casos a identificação pessoal está correcta, conforme docº do Arq. Geral do Exército, em n/poder desde Maio2009 - O.S. 61/71 da RMA de 04-08-1971.
2. O militar pertence efectivamente à CCaç 3408 (Cª Independente formada em 1971), que nada tem a ver com o BCaç4910/72, conforme erradamente refere o site Ultramar.terraweb.
Nota final:
Apesar do BCaç.4910/72, ter participado nas buscas a nivel da 3ªCª, creio que também através de outras sub-unidades, os autores do blog dão o assunto por encerrado, por só conhecerem uma parte do problema e suposições muitas, as mais diversas, umas viaveis outras mirabolantes. A nossa consciência diz-nos que devem ser os camaradas que com ele privaram, a contar a verdade dos factos, SE acharem que o devem fazer. Da nossa parte respeitamos o seu silêncio.
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sexta-feira, 15 de março de 2013
Sebastião
...a caminho do altar
Segundo o jornal da caserna, Sebastião teria sido desviado dum hotel de Cabinda, cidade, para a messe do Pangamongo por um dos comandantes deste quartel. Ainda fazendo fé no dito jornal, a transferência foi relativamente fácil, dado que Sebastião era um cozinheiro livre, e o vencimento pago pelo exército mais a quotização mensal de oficiais e sargentos, excederia largamente o ordenado pago pelo anterior patrão.
Sebastião, tal como todos os nativos, civilmente tinha um ordenado inferior aos brancos, mesmo executando as mesmas tarefas.
poligamia
Na tradição Kikongo, é permitida a poligamia. O homem pode ter mais do que uma esposa, mas todas têm os mesmos direitos da primeira-dama. O estatuto na sociedade é condicente com o número de esposas.
O Sebastião tinha duas mulheres.
- Mulheres mesmo,jura... - dizia ele. Certamente já entenderam onde este queria chegar.
abono de família
Todos os contratados civis tinham direito a abono de família. No entanto a maioria nunca o terá recebido, por desinteresse da parte contratante ou desconhecimento da lei de ambas as partes.
O Sebastião foi um dos privilegiados no recebimento de tal complemento, graças à competência e honestidade dos responsáveis da companhia, nestas matérias.
O abono de família era pago aos contratados, desde que os filhos fossem fruto de um casamento segundo as normas do regime vigente, o que não era o caso.
Então havia que arranjar uma forma de contornar a situação. Foi proposto ao Sebastião o casamento com uma das mulheres, civilmente ou pela igreja, de preferência com a primeira dama, porque tinha sido a primeira e porque tinha mais filhos, o que tornava o bolo maior. Depois era só dividir os Angolares pelas duas mulheres, proporcionalmente aos filhos de cada uma. Não podiam ir as duas mulheres ao altar? Pelo menos os filhos de ambas tinham os mesmos direitos e proventos. A sugestão foi aceite. O SSebastião decidiu que o casamento seria pela igreja, não sei se por convicção se por facilitismo. Casar pela igreja, burocraticamente tudo estava facilitado.
Quando ficou assente que o nosso cozinheiro ia casar de papel, criou-se um movimento espontâneo entre os graduados e as esposas presentes, no sentido de fazer a boda, que o Sebastião merecia.
Apesar do envolvimento de todo o pessoal, o destaque vai claramente para as Senhoras.
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quarta-feira, 13 de março de 2013
Aniversário
Gratidão aos que estiveram connosco
![]() |
| Sebastião, cozinheiro e amigo da 3ªCCaç., no dia do seu casamento de "papel passado". |
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domingo, 17 de fevereiro de 2013
LIGAÇÃO DINGE – NECUTO
Ligação entre comuna de Dinge e Necuto pode ser interditada
Cabinda - A principal ligação entre as comunas de Dinge e Necuto, poderá ser interditada devido ao mau estado de conservação que apresenta a única ponte sobre o rio Luali (1)(esta é a ponte do Seva, já referida em post's anteriores)
A ponte, construída na época colonial(2), já não oferece condições de segurança de modo a permitir a circulação de pessoas e bens.
De referir que fontes policiais têm registado neste local vários acidentes, tendo o último ocorrido a 31 de Dezembro de 2012, provocando a morte do motorista de uma viatura e o ferimento de dois ocupantes. A viatura, que se despistou, acabou por cair ao rio.
Outro acidente registado neste local envolveu um autocarro de passageiros da empresa GiraCab que fazia o trajecto Necuto-cidade de Cabinda, tendo igualmente se despistado da ponte e caído ao rio com os passageiros. Alguns ocupantes morreram e outros ficaram feridos gravamente(3).
A ponte de betão, que se localiza na Beira Nova, tem aproximadamente 20 metros de comprimento e cerca de 5 metros de largura. Permite a circulação de uma viatura de cada vez, não tem passagem para peões nem protecção nas laterais.
Beira Nova e a comuna de Necuto são os principais localidades onde se encontram instalados os mercados na fronteira com as povoações vizinhas da RD Congo, usados para trocas comerciais todas as quarta-feiras e sábados.
13/01/2013
fontes : (1) - PROFICO – Projectos, Fiscalização e Consultoria, Lda.
(2) - 3ªCCaç - BCaç4910/72
(3) - ANGOP -Agência AngolaPress
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
SEVA (fim)
O dia seguinte
O resgate dos corpos
| Regresso do primeiro dia de buscas. |
| Subindo o Luali |
Ao terceiro dia logo de manhãzinha, quando o pessoal nomeado se preparava para sair para o rio, chegou ao quartel, um nativo comunicando que tinham encontrado um ou dois (?) corpos, presos nos arbustos da margem, bastante abaixo do local do acidente. Foi o princípio da recolha dos corpos. Para além desses dois foram recolhidos outros tantos. Ficou por recolher um corpo de Garcia Bunga, que nunca foi encontrado.
Trasladados para o Pangamongo, os seus restos mortais aí foram preparados para a sua última viagem. Todos os mortos eram naturais de Angola, excepto o Fernando Martins Monteiro, natural do concelho de Tondela, freguesia de S. João do Monte, onde foi sepultado.
Por razões óbvias, não são publicadas fotos nem descrições pormenorizadas desta última fase, susceptíveis de poderem chocar e ferir sentimentos.
| Os mortos da CCav.3488, perecidos no acidente. |
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Seva
sábado, 26 de janeiro de 2013
Acidente Seva ( I )
Novembro Negro
![]() |
| Percurso do grupo até ao local do acidente |
Estava-mos em 1973. No dia 24 de Novembro uma viatura Berliet transportando seis militares da CCav. 3488 / BCav. 3871, com destino à serração do Pangamongo para carregar lenha, sofre um acidente na ponte do Seva, a única sobre o rio Luali, situada a cerca de 3Km do destino.
Um dia quente e cheio de sol, uma zona calma e paradisíaca, ideal para retemperar do stress a que estava submetido aquele grupo, cujo dia a dia era sofrido, e vivido com o coração numa das mãos e a G3 na outra, lá no alto Maiombe. Afinal esse dia transformou-se num dos mais negros, na história daquela Companhia.
A abordagem à ponte, no sentido Beira Nova – Pangamongo, que era feita praticamente em cima de uma curva (?) e cujo angulo era de quase 90º, uma verdadeira armadilha, à qual se juntava outra, a vegetação do lado direito da viatura, a qual impedia a vista da ponte antes da chegada ao local. Por norma o acesso à ponte fazia-se a velocidade muito reduzida. O desconhecimento do local por parte do condutor da viatura, terá sido a principal razão de tão fatídico acontecimento.
Neste acidente morreram 5 militares da CCav.3488, ou seja um terço de todas as baixas do BCav. 3871, durante a sua comissão em terras de Cabinda, bem dura por sinal.
Na zona do arco central da ponte, a vedação derrubada pela berliet,
no seu "mergulho" para o rio Luali.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Vibra clarim
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Natal 1973
PANGAMONGO
Natal da 3ªCCaç
Tudo começou com;
O presépio. Grande no tamanho e em beleza. Pessoal ligado à carpintaria montou uma enorme e bem arquitectada estrutura. Depois o papel de cenário e a mestria de alguns mais ligados às artes, fizeram milagres; as rochas, a neve, as figuras. Depois criaram o céu e as estrelas. Foram alguns dias, seriam seis?
Destaque para a forma como os mentores, homens de fé e mais ligados às tradições, conseguiram envolver colegas alheios a estas coisas. Homens como estes merecem ser recompensados.
24/12/1973
A Ceia de Natal. Boa e farta. Bacalhoada a preceito e Bolo-rei, da responsabilidade da Vague mestria. As muitas iguarias da época, a cargo das chef’s; 1ª Dama (esposa do Cmdt. as minhas desculpas pelo esquecimento do nome, imperdoável) e Mariana Lagarto, outras terão colaborado, mas foram estas que mais presenciei nas lides.
As prendas. No fim do jantar, distribuição de prendas para todos os filhos dos militares ao serviço desta companhia. As crianças presentes tiveram o prazer de logo e ali usufruírem dos seus brinquedos. Os outros iriam recebê-los uns dias mais tarde pelo correio.
Comunhão de sentimentos e afectos. Mas o que ainda hoje mais me emociona, relativamente aquele dia, foi a comunhão de sentimentos, a alegria de estarmos todos juntos, oficiais, sargentos do quadro e milicianos, seus familiares e praças, todos reunidos no refeitório dos últimos, sem estarmos subordinados a qualquer hierarquia ou disciplina militar, mas tão-somente à disciplina da nossa consciência. Livres mas responsáveis.
Bem hajam todos quantos deram corpo, a um Natal assim.
25/12/1973
Dia de Natal. Depois do almoço e para dar continuação ao espirito natalício vivido no dia anterior, realizou-se um espectáculo musical no refeitório das praças, com um grupo de militares pertencentes ao BC4910. Deste grupo fazia parte o saudoso sold. cond. Sidónio, pertencente à 3ªCª.
Concerto com lotação esgotada pela família da 3ªCª/BC4910 e pelos civis da Compª Cabinda residentes no Pangamongo.
O espectáculo era composto de duas partes, a primeira dedicada ao fado a segunda à música pop. Na parte final o Sidónio brindou-nos com La Bamba, na versão de Ritchie Valens, uma música muito em voga àquela data. É este Sidónio que vou recordar.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012
Fim de Comissão (ou quase....)
730 Dias em terras de CABINDA
22 de Agosto de 1974
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
1º Pelotão da 3ª CCAÇ 4910/72
Trinta e oito anos depois... conheço todos estes rostos, continuo a ouvir as suas vozes... lembro-me de tantas coisas e não recordo seus nomes.
Fico grato a quem puder ajudar a identificar os omissos e a corrigir algum eventual erro naqueles que estão identificados. As indicações podem ser dadas neste espaço ou preferencialmente para o endereço - batalhao4910@gmail.com -.
Foto e texto de A. Almeida
terça-feira, 22 de junho de 2010
Os "Escutas" - Festas de Natal de 73
(Pequena introdução: Os “escutas” não faziam parte do nosso Batalhão, pertenciam ao SRT/CHERET. Chegaram ao Batasano, em Agosto de 1973, transferidos do Belize. Era uma equipa de quatro elementos - José Gonçalves, Canas, Mira e um Furriel). ver aqui…
Textos de José Gonçalves:
No Natal/73, o pessoal do Batasano organizou um "espectáculo", em que eu tocava viola na parte dos fados. Quando fomos actuar ao Pangamongo, além de ter sido mordido numa perna por um saguin que lá havia, recordo-me também que fizemos a pé uma parte do trajecto e com especial cuidado na zona da "Curva da Morte", até fomos motivo de "gozo", no bom sentido, porque éramos meia dúzia de "caramelos" que se deslocaram do Batasano para o Pangamongo sem protecção para proporcionar alguns momentos de boa disposição ao pessoal que lá se encontrava.
(nota do blogue: como a curva da morte era na estrada para o Sangamongo, ou é confusão do Gonçalves, ou quem preparou a brincadeira inventou uma curva da morte no caminho para o Pangamongo.)
Festa no Batasano I
Este é o grupo com o qual tive todo o gosto de colaborar. Acho que é o Rui Costa quem está a tocar numa guitarra que tem quase a sua altura. Eu não vi, mas disseram que ao longe existia uma multidão de macacos e gorilas a assistir ao espectáculo, pudera, os bilhetes tinham esgotado! Eu sou o quinto, da esquerda para a direta.
Festa no Batasano II
Eis os fados… Eu, sou o primeiro da esquerda para a direita. Já não me recordo dos restantes do grupo, apenas tenho uma pequena ideia que o guitarrista, escondido atrás do fadista, é um camarada das transmissões, acho que do Porto, que era um “piadão”, eu e ele estávamos sempre na “galhofa”.
Festa no Pangamongo
Para animar a malta que estava no Pangamongo e para a parte dos fados vestimos os nossos melhores “fatinhos”, foi com agrado que vimos que os espectadores também tinham feito um esforço nesse particular. Sou o primeiro da esquerda para a direita e o que tem a t-shirt com o Che era das transmissões.
Textos de José Gonçalves:
No Natal/73, o pessoal do Batasano organizou um "espectáculo", em que eu tocava viola na parte dos fados. Quando fomos actuar ao Pangamongo, além de ter sido mordido numa perna por um saguin que lá havia, recordo-me também que fizemos a pé uma parte do trajecto e com especial cuidado na zona da "Curva da Morte", até fomos motivo de "gozo", no bom sentido, porque éramos meia dúzia de "caramelos" que se deslocaram do Batasano para o Pangamongo sem protecção para proporcionar alguns momentos de boa disposição ao pessoal que lá se encontrava.
(nota do blogue: como a curva da morte era na estrada para o Sangamongo, ou é confusão do Gonçalves, ou quem preparou a brincadeira inventou uma curva da morte no caminho para o Pangamongo.)
Festa no Batasano IEste é o grupo com o qual tive todo o gosto de colaborar. Acho que é o Rui Costa quem está a tocar numa guitarra que tem quase a sua altura. Eu não vi, mas disseram que ao longe existia uma multidão de macacos e gorilas a assistir ao espectáculo, pudera, os bilhetes tinham esgotado! Eu sou o quinto, da esquerda para a direta.
Festa no Batasano IIEis os fados… Eu, sou o primeiro da esquerda para a direita. Já não me recordo dos restantes do grupo, apenas tenho uma pequena ideia que o guitarrista, escondido atrás do fadista, é um camarada das transmissões, acho que do Porto, que era um “piadão”, eu e ele estávamos sempre na “galhofa”.
Festa no PangamongoPara animar a malta que estava no Pangamongo e para a parte dos fados vestimos os nossos melhores “fatinhos”, foi com agrado que vimos que os espectadores também tinham feito um esforço nesse particular. Sou o primeiro da esquerda para a direita e o que tem a t-shirt com o Che era das transmissões.
José Gonçalves, “Escuta” ou SRT/CHERET
segunda-feira, 28 de julho de 2008
a inocência e a paz
A Cilinha e a Paulinha (filhas do Sargento Lagarto) juntamente com a filha do Ex-Alferes Sá e da Helena e ainda a filha do Alferes Médico… (peço perdão pelo lapso de memória), eram sem dúvida a inocência e a paz, que não tivemos naquela guerra injusta, em especial para aqueles que não vieram connosco.
Duas Lagartixas Alentejanas no Pangamongo. Podem ver-se ainda o Ex-Alferes Duarte, os Ex-furriéis Carlos Sousa e Almeida, e o bom do Silva que nos tinha de aturar à hora das refeições.Texto e foto de A. Almeida (ex-furriel 3ª cª)
quarta-feira, 9 de maio de 2007
3ª Companhia no Sangamongo e Pangamongo
Fotos cedidas por A. Almeida - Furriel da 3ª Companhia.
Sangamongo - furriéis A. Almeida, Lisboa, Sousa (grande) e Sousa (mecânico).
Sangamongo - furriéis A. Almeida, Lisboa, Sousa (grande) e Sousa (mecânico).
Sangamongo - no recanto do bar e messe (construído pela 3ª Cª), da esq. para a dir. A. Almeida, Sousa, Lisboa, Vilela e Pedro Mina Dias.
Pangamongo - A. Almeida junto da lápide dos mortos no ataque de 08.Ago.72 entre Sangamongo e Chimbete (na curva da morte).
Pangamongo - A. Almeida no mesmo memorial, noutro enquadramento, vendo-se a porta de armas e a casa do Capitão Correia.
Pangamongo - perto da fronteira Beira-Nova (Guarda Fiscal/fronteira), os furriéis Sousa (condutor) e Macedo, ambos sentados. De pé, Vilela (de óculos) e A. Almeida.
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