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sábado, 16 de dezembro de 2023

Mensagem de Natal


Olá rapaziada do B.Caç.4910


Ainda no rescaldo do nosso último encontro/reencontro de 7 de outubro p.p. em Amarante, apetece-me repetir o abraço de então e estendê-lo a todos os que não puderam estar presentes e às famílias de todos. Agora, porém, com um sabor a Natal.


Abraço,
Óscar Maia (MAIA)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

BOAS FESTAS

Para todos camaradas do Batalhão, seus familiares e amigos, o desejo de um BOM NATAL e um BOM ANO NOVO.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

BOAS FESTAS

Para todos camaradas do Batalhão, seus familiares e amigos, o desejo de um FELIZ NATAL e de um EXCELENTE 2016 com muita saúde.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BOAS FESTAS

Para todos camaradas do Batalhão, seus familiares e amigos, o desejo de um FELIZ NATAL e de um bom ANO NOVO com muita saúde.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Os "Escutas" - Festas de Natal de 73

(Pequena introdução: Os “escutas” não faziam parte do nosso Batalhão, pertenciam ao SRT/CHERET. Chegaram ao Batasano, em Agosto de 1973, transferidos do Belize. Era uma equipa de quatro elementos - José Gonçalves, Canas, Mira e um Furriel). ver aqui…

Textos de José Gonçalves:
No Natal/73, o pessoal do Batasano organizou um "espectáculo", em que eu tocava viola na parte dos fados. Quando fomos actuar ao Pangamongo, além de ter sido mordido numa perna por um saguin que lá havia, recordo-me também que fizemos a pé uma parte do trajecto e com especial cuidado na zona da "Curva da Morte", até fomos motivo de "gozo", no bom sentido, porque éramos meia dúzia de "caramelos" que se deslocaram do Batasano para o Pangamongo sem protecção para proporcionar alguns momentos de boa disposição ao pessoal que lá se encontrava.
(nota do blogue: como a curva da morte era na estrada para o Sangamongo, ou é confusão do Gonçalves, ou quem preparou a brincadeira inventou uma curva da morte no caminho para o Pangamongo.)

Festa no Batasano I
Este é o grupo com o qual tive todo o gosto de colaborar. Acho que é o Rui Costa quem está a tocar numa guitarra que tem quase a sua altura. Eu não vi, mas disseram que ao longe existia uma multidão de macacos e gorilas a assistir ao espectáculo, pudera, os bilhetes tinham esgotado! Eu sou o quinto, da esquerda para a direta.


Festa no Batasano II
Eis os fados… Eu, sou o primeiro da esquerda para a direita. Já não me recordo dos restantes do grupo, apenas tenho uma pequena ideia que o guitarrista, escondido atrás do fadista, é um camarada das transmissões, acho que do Porto, que era um “piadão”, eu e ele estávamos sempre na “galhofa”.

Festa no Pangamongo
Para animar a malta que estava no Pangamongo e para a parte dos fados vestimos os nossos melhores “fatinhos”, foi com agrado que vimos que os espectadores também tinham feito um esforço nesse particular. Sou o primeiro da esquerda para a direita e o que tem a t-shirt com o Che era das transmissões.

José Gonçalves, “Escuta” ou SRT/CHERET

sábado, 20 de dezembro de 2008

Um Natal no Sangamongo

Na minha memória já não há quase nada desse Natal. Foi em 1973, como o tempo passa, já lá vão 35 anos e só as fotos me fazem recordar alguns pormenores.

Na primeira foto trata-se do jantar da noite de Natal no refeitório com toda a companhia. Não sei ao certo o que foi o jantar, mas quase de certeza que o Sousa (vagomestre) nos deu bacalhau, pelo menos vê-se um galheteiro na mesa.

Segundo os “books” e os entendidos da guerra, era na quadra natalícia que mais ataques havia, e como homem prevenido vale por dois, é visível que toda a malta está à mesa de cartucheiras e de G3.

...........................Virgílio Santos, Tavares, João Silva, Fernandes e João Maria.

A segunda foto é da ceia, também na noite de Natal, mas em privado, apenas para os seis residentes da “barraquinha da miséria”, nome carinhoso, que dávamos ao local onde dormíamos.

Sem dúvida uma mesa bem composta e com muito requinte, se tivermos em conta, o local tão ermo, como era o Sangamongo. O prato principal - Peru com batatinha assada no forno -, muito bem regado com verdes, brancos e tintos, naquela altura ninguém era esquisito.

Só um aparte… esse tal peru foi encomendado em Cabinda, salvo erro com dois meses de antecedência, e custou-nos uma pequena fortuna.

E eu que até nem aprecio aves, nada como um bom bacalhau!
Virgílio Santos, Lopes, João Maria, João Silva, Fernandes e Tavares.