Mostrar mensagens com a etiqueta FLEC-FAC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta FLEC-FAC. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

E esta, hein?

FLEC/FAC:
pede a Portugal para reassumir a administração de Cabinda
A direcção político-militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC/FAC) apelou hoje ao governo português para “reassumir a plena administração” daquele território, reclamando a atribuição da nacionalidade portuguesa aos cabindas.

A posição surge num comunicado daquele movimento independentista, assinado pelo seu porta-voz, Jean Claude Nzita, a propósito dos 41 anos da independência de Angola (11 de Novembro de 1975).
Buco Zau, Cabinda
O comunicado da FLEC/FAC
“O governo português deve reassumir a plena administração de Cabinda e preparar as condições para um referendo sobre a solução a tomar para o futuro político do país, já que os cabindas nunca deixaram de ser portugueses, antes lhes foi roubada a nacionalidade. Assim, os cabindas também devem ter direito aos seus passaportes portugueses”. Toda a notícia aqui... Rede Angola

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

A nossa "zona" anda quente!

FLEC/FAC reivindica a morte de 12 soldados das FAA
As Forças Armadas de Cabinda (FAC), braço militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda  (FLEC), afirmam, em comunicado, ter matado 12 soldados das Forças Armadas Angolanas (FAA) numa emboscada, domingo à noite, na região de Buco Zau, no norte da província.

“Uma coluna de três veículos do exército angolano foi alvo de uma emboscada das forças da FLEC/FAC”, lê-se num comunicado enviado à imprensa.

As separatistas acrescentam que 35 soldados das FAA ficaram feridos, “estando actualmente no Hospital Militar de Cabinda”. Toda a notícia aqui... Rede Angola

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Actualidade: emboscada na zona do Massabi

Imagem e notícia in IBINDA.COM
Emboscada da guerrilha causa a morte de 3 soldados angolanos
Uma emboscada da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC) contra uma patrulha das Forças Armadas de Angola (FAA) no enclave resultou na morte de três soldados angolanos e feriu quatro.

Um responsável da FLEC confirmou que a guerrilha cabindesa atacou ao início da tarde de 7 de fevereiro uma patrulha das FAA, baseada no aquartelamento de Cito, quando circulava na área de Chivoco na região de Massabi. Durante a embosca três militares angolanos foram mortos e quatro terão sido feridos, confirmou o mesmo responsável.
Notícia de 12-02-2016. Mais aqui: IBINDA.COM Cabinda Digital

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Independência de Cabinda

FLEC pede ao Governo britânico para pressionar Angola acerca de Cabinda
O braço armado da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), que reclama a autonomia daquele território, anunciou hoje ter pedido ao Governo britânico para "pressionar" as autoridades angolanas sobre a situação no enclave.

Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, em Luanda, aquela força refere que não está contra os "interesses anglo-saxões" no território, mas sublinha que "devem contribuir ativamente na busca de uma solução definitiva para o conflito" em Cabinda.

Assinado pelo porta-voz da FLEC/FAC (Forças Armadas Cabindesas), Jean Claude Nzita, o comunicado avisa que "a situação em Cabinda poderá tornar-se muito perigosa" e que "para evitar a escalada iminente da violência", a organização apela à aplicação de "sanções económicas e militares contra o regime angolano como meio de forçar Angola a negociar a paz". Notícia de 11-02-2016 sacada daqui: Sapo.pt

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Agora não é tarde

Activista denuncia detenções em Cabinda 

Aldeões fogem para as zonas urbanas

Espancamentos, torturas e perseguições a cidadãos em toda a extensão do território da província  é o balanço provisório das detenções das últimas semanas de cidadãos suspeitos de terem ligações com a FLEC, segundo uma denúncia tornada pública por activistas de direitos humanos Cabinda.
A denúncia faz referência da detenção de um total de 10 cidadãos, todos civis, por alegado envolvimento em acções de rebelião armada na provincia de Cabinda. 

Um outro idoso, de 70 anos de idade, foi raptado por elementos das FAA e da Policia Nacional, na sua residência por suposta colaboração com FLEC na cidade de Cabinda.

Os cidadãos são constantemente acusados de manterem ligações com a FLEC, impedidos de irem à caça, às lavras, à pesca, refere o activista para quem em muitas  áreas do Dinge, os populares são assoladas pelas intimidações.

José Manuel – VOA 18.09.2013
                                                                 
Agora não é tarde

…E o curso da vida foi traidor, e o curso da vida foi cobarde, e o ciclo do tempo completou-se, e agora... e agora pronto, paciência, agora já é tarde... Agora é tarde.

 Não... mas não, não; nunca é tarde para sonhar! Amanhã partimos todos para, Luanda, Namibe, Bibala, Gambos, Kapangombe,! Vamos à mata a Cabinda abraçar aquela gente.

E perguntando, criando rebeldias, conferindo aquilo que acreditamos e que ainda formos capazes de sonhar! E se aquilo, aquilo que nos dão todos os dias não for coisa que se cheire ou nos deslumbre, que pelo menos nunca abdiquemos de pensar com direito à ironia, ao sonho, ao ser diferente. E será talvez uma forma inteligente de, afinal, nunca... nunca, nunca ser tarde demais para viver, nunca ser tarde demais para perceber, nunca ser tarde demais para exigir, nunca ser tarde demais para ACORDAR.

Retirado do original de Pedro Barroso «Agora não é tarde»

terça-feira, 7 de maio de 2013

Independentistas de Cabinda anunciam fim da luta armada em troca de autonomia

   
Independentistas de Cabinda anunciam fim da luta armada em troca de autonomia
                                                          

 A principal organização independentista do enclave angolano de Cabinda, a  FLEC,   formaliza na sexta-feira a desistência da luta armada, apelando  a negociações  para para alcançar um estatuto autonómico para  o território, disse à Lusa fonte da organização.



Segundo Oswaldo Franque Buela, porta-voz da Frente de Libertação do Estado de Cabinda (FLEC), contactado telefonicamente pela Lusa a partir da capital angolana, a organização vai enviar às autoridades de Luanda um documento de nove páginas denominado "Esboço de uma Solução Concertada e Negociada".
A FLEC é liderada pelo histórico Nzita Tiago, exilado em Paris.

A diferença relativamente às iniciativas anteriores é que as autoridades de Angola parecem estar agora mais perto de aceitar o desafio proposto, pelo facto de o único diário angolano, o estatal Jornal de Angola, lhe conferir grande relevo, a toda a largura da primeira página da edição de hoje.

O enclave de Cabinda é palco desde ba independência de Angola, em Novembro de 1975(1)
de uma luta pela independência, desencadeada ao longo dos anos por diferentes facções cabindas, restando actualmente a FLEC de Nzita Tiago como única que ainda mantinha uma resistência armada residual à administração por parte de Luanda.

Separada de Angola pelo rio Congo(2), Cabinda possui significativos recursos naturais, em que as reservas petroliferas representam cerca de metade da produção diária de 1,8 milhões de barris de petróleo angolanas.
Lusa
Qui,02 de Maio de 2013

Extracto do artigo publicado pela SICnotícias. Os interessados podem ler o artigo integral em SICnotícias no sapo.pt

Notas:  (1) - Nesta fase o MPLA, teve o apoio de tropas portuguesas.
              (2)-   Angola está separada de Cabinda pela RDC(ex-Zaire) e não pelo rio Congo.
              (3)- O Sublinhado e as notas são de n/responsabilidade

quinta-feira, 25 de abril de 2013

25 de Abril de 2003 - 25 de Abril de 2013

10º Aniversário do falecimento do Ten. General Manuel Themudo Barata
Militar com uma carreira distinta, viria a ter alguns dissabores por ser um Homem de espinha direita.
No caso de Cabinda, enquanto uns se venderam e outros se acobardaram, Ele lutou por aquilo em que acreditava. No final saiu vencido, mas com dignidade.

Seguem-se três apontamentos, sobre o final da sua missão como Governador de Cabinda
1.-A História reservar-lhe-Ia um papel político quando o 25 de Abril o surpreendeu em Cabinda. Defensor da tese segundo a qual o enclave só é parte de Angola «por uma questão jurídica portuguesa», a Constituição de 1933, Themudo Barata não aceitou, após a Revolução de 1974, a entrega de localidades portuárias do enclave ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), por ordem do então governador de Angola Rosa Coutinho, e para além do que estava previsto nos acordos celebrados entre Portugal e os independentistas. O caso valeu-lhe o regresso a Lisboa.
Domingo
27 de Abril de 2003/edição n.2674 do Diário de Notícias

2. - Angola - Em Cabinda o exército português juntou-se ao MPLA para aniquilar a FLEC         Revista 'O Século ILUSTRADO', n.º 1922 de 09.11.197


Reportagem exclusiva dos combates que uniram o MPLA e tropas do exército português, para aniquilar a presença na capital do enclave dos guerrilheiros da FLEC (Frente de  Libertação do Enclave de Cabinda), e simultaneamente depor e deter o comandante militar português, Brigadeiro Themudo Barata, considerado próximo e favorável aos guerrilheiros locais!


 

    Batalhão de Caçadores

3.- 02Nov74 -Militares pertencentes ao Batalhão de Caçadores 4519/73(1), estacionados na área do Belize e comandados pelos seus comandantes de companhia, avançam em coluna militar, sobre Cabinda. No terreno encontravam-se também elementos do Batalhão de Artilharia 6524 (BART 6524/74) que tinham vindo para Cabinda no dia anterior e elementos do Bat.Caç.4913/73 (2), que foram os ultimos a aderir ao movimento.
Esta força combinada ocupa pontos estratégicos da cidade de Cabinda, alegadamente para
travar as actividades desenvolvidas pela Frente de Libertação Enclave de Cabinda(FLEC), prendendo o Comandante do Sector de Cabinda, brigadeiro Manuel Themudo Barata, o seu chefe de Estado-Maior, coronel Mendonça, ex-comandante do B.Caç. 4611/72 que estava colocado no Subsector do N’Tó, e mais doze oficiais do Exército Português, com funções no Comando do Sector CAB, que ficaram detidos num gabinete do sector, guardados por elementos do MPLA.
Breve Historial
Batalhão Caçadores 4913/73
(1) -31 de Maio de 1974 – Abaixo-assinado com larga adesão de oficiais, sargentos e praças da  2.ª Companhia do Batalhão 4519, aquartelado em Tchivovo, Angola, onde se afirma a recusa «peremptória» de entrar em combate e a recusa em sair para Belize, Norte de Angola. O abaixo-assinado era encabeçado pelo capitão miliciano F.C....., alferes milicianos C.B..., A.A.......M.V........e A.C..........
(2) - Foi a Unidade que teve mais baixas, apesar de ter sido a que usufruiu de maior apoio de unidades de reforço, de entre elas várias unidades de elite (comandos/paras).

sábado, 9 de janeiro de 2010

Mais uma emboscada! Esta foi no Massabi!

Ataque à selecção do Togo: autocarro metralhado por guerrilheiros de Cabinda
O autocarro que transportava a selecção do Togo foi metralhado esta sexta-feira quando atravessava a fronteira entre o Congo e o enclave angolano de Cabinda. O condutor da viatura morreu e há pelo menos nove feridos, dois dos quais jogadores. Emanuel Adebayor, a estrela da equipa do Togo já disse que se não houver segurança, os jogadores vão abandonar a CAN.

O comandante da FLEC já lamentou as vítimas que resultaram do ataque da guerrilha, mas esclarece que o objectivo da acção militar não era atingir o autocarro da selecção do Togo.

Há mais de 30 anos que a FLEC luta pela independência do território de Cabinda, a região de Angola mais rica em petróleo.
Fonte: SIC on-line, 2010-01-08

terça-feira, 17 de junho de 2008

Cabinda - Independência ou Morte

Reportagem sobre a guerra pela independência de Cabinda, entre Guerrilheiros Cabindenses (FLEC-FAC) e as Forças Armadas Angolanas, que se iniciou desde que os portugueses descolonizaram os territórios ultramarinos.

Enviado por Rui Costa (Ex-Cabo da CCS)